Tapikalau dilihat lebih dalam, The Last Jedi mampu meng-establish karakter dengan lebih tajam dan mampu memanfaatkan 2,5 jam untuk menunjukkan storytelling yang sangat bagus, emosi yang terbangun, dan membuat saya sendiri percaya bahwa perdamaian bisa tercipta karena harapan akan selalu ada. Kudos to everyone who makes Star Wars happen. Thislack of leadership and direction created a great deal of confusion, which shows on screen as The Last Jedi is just as muddled, with no one to take hold of the reins. Return of J.J. Abrams s6X9rjm. Iniciando do ponto onde O Despertar da Força terminou, Os Últimos Jedi é um filme surpreendente e certamente um pontapé para um grandioso final na nova trilogia de Star Wars. Rey encontrou Luke Skywalker, desaparecido há muito tempo em meio a um mapa estelar desconhecido por seus aliados. Mas quem disse que o Jedi queria ser encontrado? A garota está ali em busca de treinamento e também para convencê-lo a voltar a lutar, uma vez que a Primeira Ordem tem avançado seu poder sobre a galáxia. Do outro lado da trama, acompanhamos a Resistência em uma corrida contra o tempo para combater o mesmo horror que guia Rey em busca de ajuda. Pense num resumo sem graça é o meu. A trama desse oitavo filme é bastante simples, na verdade, e como uma boa "história do meio", entrega respostas e novas dúvidas a serem resolvidas no último capítulo da trilogia. É uma narrativa, principalmente, sobre dilemas. A história se equilibra numa zona cinza, mostrando que a guerra, os poderes, a própria Força, tudo isso vai além do bem e do mal. É uma questão de equilíbrio, de mesurar ambos os lados. Existe luz na escuridão, e sombras em meio a luz. Já conhecemos os personagens e, apesar dos novos rostos que surgem em meio ao cenário conhecido, aqui nós vemos a evolução e o desenvolvimento das personalidades apresentadas em O Despertar da Força. Rey é um elemento da natureza. Poderosa e equilibrada, ela aceita seus poderes e está ansiosa para fazer bom uso deles - por isso seu embate com o Luke, bem diferente daquele Jedi animado e esperançoso da trilogia original -, é tão interessante. Rey é muito do que o Luke era; ela acredita, ela quer, ela busca. Luke, no entanto, viu e viveu o suficiente para dar as costas a coisas pelas quais lutava, elementos nos quais colocava toda a sua fé. Ele é um Mestre amargurado, muito diferente da figura sábia e pacífica esperada de figuras do tipo. Ele não quer ensinar porque carrega traumas do que sua vida como guia trouxe para a galáxia. O desenvolvimento do Luke, inclusive, foi um dos mais brilhantes dentro do roteiro. Eu amo este homem. A passividade e serenidade da aura sombria dele são bem executadas pelo Mark Hamill, e enquanto quem assiste fica torcendo por aquele Luke de antigamente, existe uma carga dramática em seu olhar e em suas falas que dita que "as coisas não vão acontecer do jeito que você imagina". O primeiro e segundo ato são muito disso para o Luke, mas o terceiro... Se eu pudesse enquadrar uma cena e colocá-la em um museu, seria a do terceiro ato. Quem assistiu vai saber de qual eu estou falando. Voltando pra Rey, ela representa bastante o que significa Esperança. Rey é pura, corajosa e surpreendentemente agressiva. É poderosa e uma representação de força feminina extremamente bem executada. Ela é o tipo de personagem que o dicionário pode usar pra definir como Girl Power. Eu queria tanto, mas tanto falar sobre várias cenas envolvendo ela, mas vou guardar esses surtos pra quando tudo deixar de ser spoiler. Uma surpresa na história? Definitivamente Kylo Ren. Entenda isso eu ainda quero ele bem morto e enterrado pelo que fez com o Han Solo. Não tem redenção que perdoe essa atrocidade narrativa. PORÉM, preciso confessar o quanto fiquei impressionada com o avanço que a história deu ao arco desse personagem. Mais do que um vilão, mas um vilão cheio de complexidades, extremamente bem desenhado dentro do lado "caótico", mas pendendo para outros alinhamentos junto com isso. A atuação do Adam Driver é de espantar, e una isso a algumas reviravoltas de deixar TODO MUNDO na minha sessão de cinema gritando O QUÊ? - eis o tanto que o Kylo conseguiu me chocar. Por falar em gente gritando no meu cinema três cenas em especial causaram reações extremas. Em uma delas, o senhor do meu lado levantou da cadeira. Isso é o quanto esse filme foi maravilhoso. Os protagonistas do outro arco mais uma vez roubam a cena. Com toda a licença, mas eu preciso usar o Caps Lock só um minutinho pra gritar POE DAMERON É O DONO DE TODA A MINHA EXISTÊNCIA, muito obrigada. Que homem, meus amigos e minhas amigas. QUE HOMEM! Não sei nem direito o que dizer, só sentir. Uma personificação do que é a Resistência, do que significa lutar pela liberdade, mas também da juventude ansiosa. Leia é resiliente e equilibrada, Poe é a explosão, o tipo de soldado que prefere pedir perdão do que permissão e que a deusa o abençoe. Isso cria ótimos embates entre os personagens, questionamentos sobre fazer a coisa certa na hora certa ou esperar para que um plano maior se concretize. Finn ganha momentos inesquecíveis e se une à nova personagem, Rose, para ajudar os rebeldes na corrida contra a Primeira Ordem. Em especial no terceiro ato, pode esperar coisas grandiosas vindas desses dois. Ah, e a luta do Finn contra a Phasma que a gente viu lá nos trailers? Épica. E a Rose, que adição mais preciosa. Carismática ao extremo, ela acrescenta ainda mais empatia ao núcleo da Resistência. A mecânica é a parte da fé, da disposição a ir até o fim pelo pouquinho de esperança que ainda exista. Os Últimos Jedi mostrou muitas faces dentro da Resistência e por isso é um filme tão incrível. Eu vou tirar um parágrafo para falar sobre a Leia porque ela me fez chorar. Leia foi a primeira personagem feminina a me ensinar o que é ser forte. Eu tinha quatro anos da primeira vez que assisti Star Wars. Hoje, ela continua me apresentando novos tipos de forças, mas, principalmente, de esperança. O filme entregou um lembrete de que mesmo com a partida da Carrie, a princesa rebelde nunca vai nos deixar. Outro dos novos rostos da Resistência é Almirante Holdo. Misericórdia, eu queria ter criado essa personagem. Que mulher, que presença, que voz! Uma líder determinada a fazer a coisa certa, o completo oposto da explosão ansiosa que é Poe Dameron. O tipo de pessoa que sabe os riscos e aceita as consequências porque, no fim, as coisas vão acontecer da melhor maneira. Coloca ela e a Leia na mesma cena e pode me ter chorando. Daria pra me estender aqui por anos pra endeusar as batalhas em meio às estrelas. O que foi aquela sequência de abertura? O que foi o fim daquele segundo ato? EM NOME DE DEUS O QUE FOI A BATALHA NO DESERTO DE SAL? Queria tatuar no meu espírito de tanto que eu tremi na base. O filme resgata muito do que foi maravilhoso na trilogia original, respeita os detalhes clássicos, mas se arrisca em escapes e plot twists que eu duvido você ter visto acontecer - aquela cena no deserto de sal fez o meu pai surtar, e meu pai costuma ser um cara bem controlado. Os Últimos Jedi é arriscado; respeitoso à tudo que já aconteceu na saga, sim, mas uma porta de entrada para novos questionamentos e respostas inesperadas. Com um fim bem pontuado, esse filme deixa a promessa de um final espetacular; agora, só resta roer as unhas e esperar que 2019 chegue mais rápido. Que a Força esteja com todos nós. Ano 2017 Título Original Star Wars The Last Jedi Dirigido por Rian Johson Avaliação ★★★★★ Excelente Definir qual Star Wars é o melhor de todos os tempos é bastante relativo e também uma experiência bastante pessoal. Se Os Últimos Jedi é ou está entre os melhores, na verdade, é o fator menos relevante ele é um filme com toda a essência da saga e que faz a ponte definitiva entre gerações da série, seja em sua própria estória como na relação com os fãs. Se tem algo que O Despertar da Força – seu antecessor – possui é uma relação mais estreita com a trilogia clássica em diversos aspectos, inclusive basicamente repetindo toda a fórmula do capítulo IV Uma Nova Esperança, o que não é um ponto negativo, mas ainda demonstrava, talvez, receio por parte de seus criadores e produtores para se trilhar um novo caminho para Star Wars. Star Wars Os Últimos Jedi dá maior voz à nova geração de personagens da saga, que conduzirão o destino da franquia nos próximos anos. Com uma trama direcionada neste sentido, tende a agradar gregos e troianos, fãs antigos e novos, fechando o ciclo de alguns personagens e proporcionando maior empatia e profundidade à Rey, Finn e cia. O filme se passa diretamente após o capítulo VII, com a Primeira Ordem seguindo no encalço da Aliança Rebelde e Rey em busca de Luke, tentando convencê-lo a aliar-se a rebelião e salvar a Galáxia. Luke, no entanto, recusa-se a encarar tal empreitada, afirmando que seu ciclo – e os do Jedi – já chegara ao fim. Dentre todos os capítulos de Star Wars, Os Últimos Jedi talvez seja um dos que melhor abordam o conflito espacial, proporcionando cenas épicas de tirar o fôlego e ótimas reviravoltas, além das batalhas incríveis. É também um filme sobre autodescoberta, onde, de certa forma, todos os personagens acabam compreendendo melhor seu papel na guerra e no universo. E, como não poderia ser diferente, destaque para Rey e Kylo Ren, que aqui entram definitivamente para o hall dos personagens memoráveis da saga. Se o longa possui algum ponto negativo, com muito esforço este talvez se encontre no número de piadas, que em algum momento podem soar desnecessárias, mas incapazes de afetar a experiência do filme. Experiência esta que se torna maravilhosa em uma enorme tela de cinema, dada a fotografia espetacular – uma das melhores já vistas nas telonas e que, possivelmente, deve render uma indicação à Academia. Que a Força esteja com Star Wars por muitos e muitos anos! Confira outras resenhas de filmes aqui. Siga o Meta Galáxia nas redes sociais! Star Wars Os Últimos Jedi Notícias Vídeos Créditos Críticas dos usuários Críticas da imprensa Críticas do AdoroCinema Filmes online Assista agora em Disney + Usuários 4,4 1841 notas e 173 críticas Avaliar verEscrever minha crítica Sinopse Não recomendado para menores de 12 anos Em Star Wars Episódio VIII, após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker Mark Hamill em uma ilha isolada, a jovem Rey Daisy Ridley busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do Mestre Jedi. Paralelamente, a Primeira Ordem de Kylo Ren Adam Driver se reorganiza para enfrentar a Resistência. Assista ao filme Assistir Veja todas as opções de streaming Críticas AdoroCinema Lançado há dois anos, Star Wars - O Despertar da Força reacendeu a chama de Guerra nas Estrelas tendo como principal foco o sentimento nostálgico com relação à trilogia original, investindo na participação do trio principal Harrison Ford, Carrie Fisher e Mark Hammil e abusando das semelhanças com a trama do Episódio IV - Uma Nova Esperança. Empolgante e divertido, o longa de 2015 pecava justamente por essa falta de originalidade, sendo quase que uma refilmagem do filme que deu início à saga. Agora, dois anos depois, temos a chegada de Star Wars - Os Últimos Jedi, que não deixa de lado o sentimento nostálgico, mas que oferece uma trama mais interessante. Do ponto de vista narrativo, há semelhanças sim com O Império Contra-Ataca, mas longe de ser uma cópia. O filme tem início com a Primeira Ordem numa posiç Ler a crítica Trailer 229 234 205 212 035 211 8 trailers Entrevistas, making-of e cenas 4 videos Últimas notícias 530 Notícias e Matérias Especiais Elenco Ficha completa Comentários do leitor eles gostaramAs melhores e mais úteis crítica O Início de Star Wars começa tenso e com forte emoção . O 1º ato foi fascinante, fica meio confuso as explicações em relação ao passado, mas com o passar das cenas você vai encaixando as explicações. Além disso percebemos a Rey si desenvolvendo rapidamente, porém ainda é muito confuso em relação a suas habilidades, não posso adiantar nada, entretanto essas dúvidas dela tornam tudo mais interessante, o mesmo ocorre com o Ben ... Leia Mais Ahhh o grande dia finalmente chegou!!! A expectativa tava la nas estrelas!!! Essa semana inteira para onde olhava via uma galáxia muito muito distante!! Ja se passaram 2 anos depois do episódio 7 e voltar para a saga mais amada da cultura pop de todos os tempos foi uma experiencia nova!! Star Wars The Last Jedi, do Diretor Rian Johnson, inicia logo após o Despertar da Força 2015, Abrams, e começa com o encontro de Luke Mark Hamill ... Leia Mais Muito bom mesmo, confesso que não imaginava que a Disney ia fazer um trabalho tão bom com essa terceira trilogia. O segundo filme da nova trilogia de Star Wars faz diferente do que se esperava de um filme do meio. Não chega a ser um "Império Contra-ataca", mas é tão bom quanto no que se propõe a fazer. Star Wars Os Últimos Jedis constrói uma narrativa que brinca com a dualidade luz x trevas o tempo todo 1h40, fazendo com que o espectador duvide de vários diálogos entre o núcleo principal de personagens, nesse sentido, o roteiro de Rian Johnson, ... Leia Mais 173 Comentários do leitor Fotos 75 Fotos Curiosidades das filmagens O que fizeram com Luke? Após ler o roteiro, Mark Hamill disse a Rian Johnson que ele não concordava com os rumos que seu personagem, Luke Skywalker, tomava no filme. Apesar disso, o astro afirmou que daria o seu melhor durante as filmagens. Saudades, Carrie s2 A pré-estreia do filme, realizada em 09 de dezembro de 2017, em Los Angeles, contou com uma homenagem a Carrie Fisher, que faleceu em 27 de dezembro de 2016. Não foi dessa vez Ewan McGregor demonstrou interesse em reprisar seu papel de Obi-Wan Kenobi neste filme. curiosidades Detalhes técnicos Nacionalidade EUA Distribuidor Walt Disney Pictures Ano de produção 2017 Tipo de filme longa-metragem Curiosidades 16 curiosidades Orçamento - Idiomas Inglês Formato de produção - Cor Colorido Formato de áudio - Formato de projeção - Número Visa - Se você gosta desse filme, talvez você também goste de... Mais filmes Melhores filmes do ano 2017, Melhores filmes Ação, Melhores filmes de Ação de 2017. Comentários Star Wars Os Últimos Jedi Notícias Vídeos Créditos Críticas dos usuários Críticas da imprensa Críticas do AdoroCinema Filmes online Fotos Curiosidades Bilheterias Filmes similares Lançado há dois anos, Star Wars - O Despertar da Força reacendeu a chama de Guerra nas Estrelas tendo como principal foco o sentimento nostálgico com relação à trilogia original, investindo na participação do trio principal Harrison Ford, Carrie Fisher e Mark Hammil e abusando das semelhanças com a trama do Episódio IV - Uma Nova Esperança. Empolgante e divertido, o longa de 2015 pecava justamente por essa falta de originalidade, sendo quase que uma refilmagem do filme que deu início à saga. Agora, dois anos depois, temos a chegada de Star Wars - Os Últimos Jedi, que não deixa de lado o sentimento nostálgico, mas que oferece uma trama mais interessante. Do ponto de vista narrativo, há semelhanças sim com O Império Contra-Ataca, mas longe de ser uma cópia. O filme tem início com a Primeira Ordem numa posição de superioridade, embora tenha tido sua base destruída no anterior. Com uma maior presença do líder supremo Snoke, eles tentam acabar com os últimos resquícios da Aliança Rebelde, que fogem pelo mesmo tempo, Rey segue na ilha tentando convencer Luke Skywalker a liderar o contra-ataque da República, se tornando ícone da rebelião. Ele, no entanto, não se mostra interessado em lutar e tampouco quer treinar a jovem, vendo nela uma ameaça semelhante a de Kylo Ren, seu ex-pupilo que o filme divide bem as duas linhas de ação. Por mais que a forte presença em cena de Hammil seja evidente, o outro núcleo também é essencialmente Star Wars, com estratégias de combate, tentativas de invasão, exploração de planetas exóticos e muito saga Star Wars sempre dedicou atenção ao público infantil, com inúmeros personagens bobinhos ao longo das décadas. E isso não é diferente aqui, embora pareça que o filme erra um pouco na mão do humor, no que parece ser um novo padrão Disney. Principalmente na primeira metade, há um excesso de piadinhas e personagens bobinhos, como os Porgs, novo espécie bonitinha feita para vender bonequinhos. The Last Jedi no original oferece uma tempestade de emoções aos fãs da franquia, tanto dentro da história participações de Luke e referências aos originais, quanto fora impossível não se emocionar toda vez que Carrie Fisher aparece. Falando em Carrie, o filme aumenta a participação da general Leia e gera uma série de questões sobre o futuro, uma vez que a ideia era que ela assumisse uma posição central no Episódio IX. Diretor de dois dos melhores episódios de Breaking Bad “Fly” e “Ozymandias”, Rian Johnson foi o responsável por assumir o comando do novo filme, um desafio após o bom trabalho de Abrams. E Rian também foi bem, principalmente no comando de cenas de ação, muitas vezes realistas na medida que batalhas intergaláticas podem ser realistas, é claro. Sem precisar ser igual a O Império Contra-Ataca, Os Últimos Jedi muda o jogo da mesmo forma que o filme citado fez com o original, abrindo um leque de possibilidades. Destaca-se ainda o desenvolvimento de personagens, principalmente Kylo, Rey, Poe e vivida por Kelly Marie Tran, é o destaque dentre os novos personagens, enquanto DJ Benicio Del Toro e Holdo Laura Dern possuem breves mas importantes participações. Como geralmente acontece, o longa conta com excepcionais trabalhos de edição de som, mixagem e efeitos especiais. As coreografias dos confrontos remetem filmes de guerra realistas, como O Resgate do Soldado Ryan, tornando a experiência mais empolgante. A trilha sonora de John Williams também está presente por todos os 152 minutos de duração o que faz do filme o mais longo da franquia.Star Wars - Os Últimos Jedi não é um filme perfeito, mas oferece um ótimo entretenimento e apresenta personagens apaixonantes. E, mais uma vez, tem Carrie Fisher e Mark Hammil. Que, infelizmente, jamais estarão juntos em outro set de filmagens. As últimas críticas do AdoroCinema Melhores filmes Melhores filmes de acordo a imprensa Comentários An old hope. A new realism. An old anxiety. A new feeling that the Force might be used to channel erotic telepathy, and long-distance evil seduction. The excitingly and gigantically proportioned eighth film in the great Star Wars saga offers all of these, as well as colossal confrontations, towering indecisions and teetering temptations, spectacular immolations, huge military engagements, and very small character-driven face-offs are wonderful and the messianic succession crisis about the last Jedi of the title is gripping. But there is a convoluted and slightly unsatisfying parallel plot strand about the Resistance’s strategic military moves as the evil First Order closes in, and an underwritten, under-imagined and eccentrically dressed new character – Vice Admiral Amilyn Holdo, played by Laura successful is a new figure from other ranks Kelly Marie Tran is terrifically good as Rose Tico, the Resistance soldier who steps up to meet her destiny as a key player in the battle against tyranny. Like The Force Awakens, The Last Jedi offers variations on the mighty orchestral themes of the original trilogy, switching occasionally to muted tones and minor keys, before cranking the volume back up. This auto-reference has become an accepted and exhilarating part of the new Star Wars with self belief … Kelly Marie Tran and John Boyega. Photograph David James/APWe left the last movie as Rey, played by Daisy Ridley, is in the act of handing over a lightsaber to the haunted and monkish figure of Luke Skywalker himself, played of course by a poignantly grizzled Mark Hamill – a handing-back-of-the-baton moment of inspired paradox. No spoilers, obviously, but what Luke says and does first at the beginning of this film is startlingly unexpected an upending of the tonal apple cart, that signals writer-director Rian Johnson’s determination to wrest the lightsaber away from JJ Abrams and put his own mark on the must now ponder her own future and vocation. And, as for Luke, he has to reassess what the third act of his life now means. Hamill comes into his own here with a very intelligent and sympathetic portrayal of his great character. Luke is now part Prospero, part Achilles. He is potentially the great magician or teacher on this remote island, in a position to induct Rey into the Zen priesthood of the Force, and show her it is not just a matter of silly conjuring tricks and making rocks rise into the might he not also be sulking in his tent, reluctant to help, for reasons apparently connected with his catastrophically failed mentorship of Kylo Ren, but perhaps for other, more complex reasons?Which brings us to Kylo Ren himself, superbly played by Adam Driver. He is now a wounded, damaged figure and he insinuates himself like a sensually predatory Satan into our consciousness in a series of dreamlike cross-cutting dialogue sequences that are the most successful part of the grizzled … Mark Hamill as Luke Skywalker. Photograph John Wilson/APWhat does Kylo Ren want? As ever, the closeups on Driver’s face are gorgeous. He is never the Easter Island statue of hardness that it is possible to misremember he is tremulous, unsure of himself, like an unhappy teenager, and his mouth seems almost on the point of trembling with tears. That breathy, resonant voice is unmistakable even from behind a neo-Vader is a villain who seems troubled about the mantle of evil on his shoulders; and, again, there are surprises in store about what Ren has in mind for the future and what his past relationship with his Uncle Luke actually General Leia, played by the late Carrie Fisher, is commanding a complex military manoeuvre in the face of malign incursions from the First Order, represented by General Hux, played more obviously and successfully for laughs by Domhnall hothead pilot Poe Dameron Oscar Isaac is on the point of outright insubordination in his desire to lash out against the First Order but reformed stormtrooper Finn – an excellent, muscular performance from John Boyega – working with Rose Tran has a new and subtler scheme in view, which involves finding a codebreaker on a distant Vegas-ish planet offering casino betting and track racing. It is, bafflingly, a digressive plotline that gets tangled up in itself, though not without offering a good deal of Last Jedi gives you an explosive sugar rush of spectacle. It’s a film that buzzes with belief in itself and its own mythic universe – a euphoric certainty that I think no other movie franchise has. And there is no provisional hesitation or energy dip of the sort that might have been expected between episodes seven and there is, admittedly, is an anticlimactic narrative muddle in the military story, but this is not much of a flaw considering the tidal wave of energy and emotion that crashes out of the screen in the final five minutes. It’s impossible not to be swept the trailer for Star Wars The Last Jedi - video

resensi film star wars the last jedi